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Saúde declara emergência sanitária e discute ações de combate ao Aedes Aegypti

Nesta segunda-feira (07), Gastão Wagner Campos, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, disse que o país vive uma emergência sanitária, e falou sobre a necessidade de mudar a estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor dos vírus da dengue, da chikungunya e do Zika.Segundo o portal Agência Brasil, o mundo vive uma situação inédita, tendo mais de 1.200 casos suspeitos de microcefalia relacionados à infecção pelo vírus Zika no Brasil.

“Temos uma emergência sanitária. Uma parte importante dessas crianças que têm microcefalia morre antes de nascer, na gestação ou logo na primeira infância. outros têm convulsões, problemas neurológicos gravíssimos, deficiência intelectual, motora. É um problema muito grave”, disse, em entrevista à Agência Brasil.

Para Gastão, o governo brasileiro falhou no combate ao mosquito e um dos motivos é a falta de coordenação entre as unidades federativas.

TRÊS LAGOAS

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde o Setor de endemias continua com o trabalho de rotina, realizando a verificação nas residências do possível foco do mosquito Aedes Aegypti.

No município não existe necessariamente um trabalho em parceria com outras cidades, mas a assessoria disse que a Saúde de Três Lagoas trabalha de forma integrada com o Estado. Fazendo um canal de comunicação entre os municípios, e promove a comunicação entre os representantes do setor, para trocar informações e sugestões sobre ações no combate ao mosquito.

trabalho não será interrompido durante o final de ano, uma vez que no próximo mês é propenso a chuvas e a equipe intensifica os trabalhos
(Foto: Reprodução/Internet)

Camila Carvalho

Assessoria