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Projeto Arte no Bairro transforma centro de Três Lagoas em galeria de arte ao ar livre

No total, 60 alunos pintaram pássaros típicos da região em placas de celulose

Na tarde desta segunda-feira (22) a Praça Senador Ramez Tebet, no centro da Cidade, foi ponto de encontro de 60 alunos do Projeto Arte no Bairro, uma ação realizada pela Casa da Cultura de Três Lagoas com apoio da Fibria, que consiste na pintura a óleo em placa de celulose e também envolve história da arte.  

O projeto Arte no Bairro tem cinco anos de existência e já produziu mais de 1.500 telas e atendeu 1.350 alunos passando pelos bairros Jupiá, Guanabara, JK, Vila Piloto e agora no Bela Vista.

Segundo a idealizadora do projeto e artista plástica, Nilva Barroso, 50 telas serão selecionadas para participar de uma exposição no fim do ano, sendo que essas são doadas para a Fibria que repassa à seus funcionários. O restante das obras são deixadas com os alunos do projeto.

“Me sinto orgulhosa de poder levar adiante esse projeto, que antes era denominado Pincel Mágico, somando assim 10 anos de estrada. Além disso, com essa ação podemos conhecer as características de cada bairro, suas necessidades e também atuando na recuperação de jovens através da arte”, comentou Nilva.

A artista plástica pesquisou e testou durante dois anos uma maneira de conseguir realizar a pintura em placas de celulose. “Por várias vezes fiz teste até conseguir encontrar uma forma de usar esse material para a arte da pintura à óleo. Hoje temos trabalhos esplendidos usando esse método que é exclusivo de Três Lagoas”, explicou.

Ainda segundo Nilva, todas as telas pintadas nesse ano retratarão as principais características de Mato Grosso do Sul, como: vegetação, fauna, arquitetura, entre outros. No evento de hoje, os alunos pintaram com destreza e profissionalismo pássaros típicos da região de Cerrado.

 

PARTICIPANTES

Para a aluna Monique Odalinski, que participa da ação desde fevereiro deste ano, essa é uma oportunidade única. “Participar é algo engrandecedor, já tinha experiência com pintura em telas, mas aqui é diferente, ainda mais que pintamos em uma placa de celulose”, disse.

Já para Grabriel Moura, participante do projeto há três anos, é a realização de um sonho. “Sempre tive a vontade de pintar um quadro, aprender como se faz e com o projeto pude levar isso adiante e conhecer as técnicas e como surgiu a arte”, enfatizou.

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Henrique Alves