Geral

Depois de dois anos, Capital retoma projetos de habitação

Campo Grande pretende investir R$ 36 milhões em novas casas populares para o ano que vem. Caso os três projetos encaminhados pela Agência Municipal de Habitação (Emha) ao Ministério das Cidades forem aprovados, a capital poderá receber, ainda em 2015, mais 600 unidades habitacionais. Mesmo assim, esse total não representa nem 2% do deficit de moradias na cidade, que é de 35 mil, conforme dados de 2012, último ano em que projetos novos de casas populares foram inciados.

Segundo a Emha, essas casas serão construídas na região sul de Campo Grande, do Anhanduizinho, e serão em modelo de apartamentos. Não há, ainda, informações sobre quem será os beneficiados com as obras, mas vale destacar que é nessa mesma região onde se concentra a maior densidade populacional da cidade, além da maior parte das invasões de áreas públicas, como a Cidade de Deus, no Bairro Dom Antônio Barbosa e no Jardim das

Hortências.

O valor a ser investido está previsto com base no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que será a modalidade adotada para os três empreendimentos. Nesse programa, o governo federal repassa R$ 60 mil para a construção de cada moradia. Assim, R$ 36 milhões seriam necessários para os 600 apartamentos previstos. A Emha não deu mais detalhes dos projetos porque “não podemos divulgar informações de um projeto antes que ele seja devidamente aprovado”, conforme a assessoria de imprensa.

Os três empreendimentos previstos são os primeiros projetos de moradia popular iniciados em Campo Grande desde 2013, quando uma nova gestão municipal assumiu, ainda com o ex-prefeito cassado Alcides Bernal (PP). Em março deste ano, assumiu o então vice de Bernal, Gilmar Olarte, do mesmo partido. A gestão da Emha está a cargo da engenheira Marta Martinez.

viaDepois de dois anos, Capital retoma projetos de habitação – Correio do Estado.

Depois de dois anos, Capital retoma projetos de habitação