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Com inauguração de entreposto de pescados, Fibria conclui o investimento superior a R$ 5 milhões em projetos de geração de renda em MS

Iniciativa teve a parceria da Fibria, Instituto Votorantim e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

A estratégia de investimento social da Fibria, líder mundial na produção de celulose de eucalipto, é baseada em um processo estruturado de relacionamento e engajamento com as comunidades onde atua. Em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Instituto Votorantim, a empresa inaugura o Entreposto de Pescados Jupiá e conclui o “startup” do quinto projeto do programa ReDes, totalizando o investimento superior a R$ 5 milhões nos municípios sul-mato-grossenses de Três Lagoas e Brasilândia.

Lançado em 2012, o ReDes tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável e a geração de renda dos municípios, contando com o apoio das empresas do Grupo Votorantim presentes na região. Em Mato Grosso do Sul, o programa beneficiou cinco projetos com iniciativas de abastecimento alimentar, comércio e serviços.

O Entreposto de Pescados Jupiá teve o investimento de mais de R$ 1 milhão. Irá beneficiar 34 pescadores que integram a Colônia de Pescadores Profissionais Z3 e será administrado pela cooperativa formada pelos beneficiados. O local irá produzir postas e também comercializará peixes de água doce tradicionalmente encontrados no Rio Paraná, como o pintado e a tilápia, espécies que integram os principais pratos da região.

“Com a abertura do entreposto a Fibria conclui o ciclo de inaugurações dos projetos ReDes em Mato Grosso do Sul. É um marco importante que fortalece a nossa estratégia de investimento social e de geração de trabalho e renda contribuindo, desta forma, com o desenvolvimento local”, disse o gerente-geral de Sustentabilidade da Fibria, Fausto Camargo.

Novos projetos

Atualmente esta em andamento no município de Brasilândia (MS), o sexto projeto do ReDes, o Fomento do Leite e Mandioca. A iniciativa beneficiará 70 famílias de agricultores familiares que residem nos assentamentos Pedra Bonita, Santana/Santa Emília e Esperança.

O objeto é a melhoria do manejo das pastagens por meio de piqueteamento; melhoria do manejo genético do rebanho leiteiro e de corte e a melhoria da produção da mandioca. “Nós já trabalhávamos com essas famílias por meio do Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT). Eles se organizaram e apresentaram o projeto que busca o fortalecimento das associações em prol do fomento do leite e da mandioca que são atividades importantes para a geração de renda nessas comunidades”, diz a coordenadora de sustentabilidade da Fibria, Flávia Tayama.

A produção deve ser direcionada a abastecer o mercado local e as políticas públicas, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

O PDRT é uma iniciava da Fibria que atua em três eixos: organização e gestão das associações, produção e comercialização. Tem como objetivo promover o desenvolvimento local, por meio do fortalecimento das associações comunitárias e de suas redes, com apoio às cadeias produtivas e capacitação técnica das famílias de pequenos agricultores. Entre as atividades do programa, estão o cultivo de legumes, hortaliças e a melhoria do manejo da pecuária leiteira.

Sobre a Fibria

Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa que procura atender, de forma sustentável, à crescente demanda global por produtos oriundos da floresta. Com capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, a companhia conta com unidades industriais localizadas em Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Três Lagoas (MS), além de Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint-operation com a Stora Enso. A companhia possui 969 mil hectares de florestas, sendo 568 mil hectares de florestas plantadas e 338 mil hectares de áreas de preservação e de conservação ambiental. A celulose produzida pela Fibria é exportada para mais de 40 países. Em maio de 2015, a Fibria anunciou a expansão da unidade de Três Lagoas, que terá uma nova linha com capacidade produtiva de 1,95 milhão de toneladas de celulose por ano, e entra em operação no quarto trimestre de 2017. Saiba mais em www.fibria.com.br

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