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Câmara aprova três projetos de leis e ouve trabalhadores desempregados

Como havia sido anunciado, sessão plenária aconteceu pela manhã, devido ao início da campanha eleitoral

A Câmara Municipal de Três Lagoas, em sessão plenária ordinária, realizada na manhã desta terça-feira (16), a partir das 9h, aprovou por unanimidade de votos dos vereadores três projetos de leis.

Foram aprovados: Projeto de Lei 102, de 20 de abril de 2016, que dispõe sobrea reserva de todos os assentos instalados nos veículos do serviço de transporte coletivo municipal e dá outras providências; Projeto de Lei 118, de 13 de maio de 2016, que determina a fixação de placa informando o número telefônico do Conselho Tutelar, nos estabelecimentos de ensino público e privado, bares, restaurantes e casas noturnas do município de Três Lagoas; e o Projeto de Lei 132, de 10 de junho de 2016, que dispõe sobre a disponibilidade de fixar uma lista de medicamentos pactuados pelo município, estado e federação, que constam na lista CMED da Anvisa, do SUS, em todos os postos de distribuição de remédios, no município de Três Lagoas.

A volta das sessões ao horário de costume, no período noturno, a partir das 18h, será na sessão ordinária de 4 de outubro, logo após as eleições municipais.

DESEMPREGADOS

Na mesma sessão, com prévia autorização da Mesa Diretora, foi concedido o uso da Tribuna Livre ao professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Vitor Wagner Neto de Oliveira , como mediador e representante dos trabalhadores desempregados de Três Lagoas.

Ele fez questão de ressaltar que representava um grupo de operáriosdesempregados e ,“há meses, à procura de emprego na fila do CIAT” (Centro Integrado de Atendimento ao Trabalhador).

Essa situação, segundo o professor Vitor Wagner, é resultado e culpa de “propagandas dos governos municipal e estadual e das próprias empresas aqui instaladas, anunciando Três Lagoas como o novo Eldorado”, disse.

Para o representante e mediador dos operários desempregados há necessidade de fiscalizar e fazer valer o cumprimento da legislação que garante a responsabilidade social de empregar trabalhadores de Três Lagoas.

“É uma questão humanitária e de responsabilidade social. Não podemos nos omitir e fechar os olhos”, disse, ao referir-se aos inúmeros operários que chegam a dormir na rua, na busca de uma vaga de emprego.

 

Câmara Municipal de Três Lagoas/MS