Jornal Três Lagoas MS » 6 de janeiro de 2015

Daily Archives: 6 de janeiro de 2015

Três Lagoas

Fibria investe na formação contínua de profissionais

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Nos últimos cinco anos, a Fibria investiu mais de R$ 5,3 milhões em treinamentos e qualificações profissionais que beneficiaram empregados e a comunidade do entorno da Unidade em Três Lagoas. O resultado é o fortalecimento do mercado de trabalho local, com a disponibilidade de mão de obra especializada para suprir a demanda da empresa e dos municípios vizinhos.

Em operação há seis anos, a Fibria foi uma das precursoras no fomento de cursos e treinamentos na região voltados para celulose e papel. Somente em 2014, a Fibria promoveu capacitações técnicas e comportamentais para mais de 5 mil pessoas. As atividades totalizaram mais de 43 mil horas/aulas e foram compostas por etapas teóricas e práticas acompanhadas por técnicos e profissionais do setor, dentro e fora das instalações da empresa.

Antes da fábrica ser edificada, em parceria com o Sistema S, a empresa qualificou mais de 4 mil pessoas na área da construção civil. Por meio da capacitação, os profissionais atenderam as demandas da Unidade e do município. Para a operação, 250 pessoas participaram de cursos técnicos disponibilizados pelo Senai/MS a pedido da Fibria.

“O negócio florestal era uma novidade. Apesar desse fato, a população procurou se informar e conhecer o assunto. A comunidade participou dos cursos e, hoje, podemos dizer que a maturidade profissional fortalece o mercado de trabalho de Três Lagoas e dos municípios vizinhos”, afirma o gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Fibria, Arnaldo Milan.

O investimento em desenvolvimento profissional é contínuo na empresa por meio de parcerias e programas como o Centro de Capacitação Operacional. Localizado na Unidade Florestal da Fibria, o local é voltado para a formação de operadores e mecânicos de máquinas florestais. Em cinco anos o centro capacitou 6.535 profissionais em Três Lagoas.

Um dos exemplos das ações desenvolvidas em conjunto é o Programa de Aprendizagem Florestal. Em parceria com o Senai/MS, a iniciativa capacita os jovens para atividades florestais.

Como incentivo, durante um ano eles recebem um salário mínimo, transporte e alimentação. As aulas teóricas são realizadas nas instalações do Senai/MS e a parte prática na Fibria.

“Temos que acompanhar as exigências do mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, pensar na sustentabilidade. É necessário visualizar o empregado quando ele entra na empresa e como ele estará em cinco anos. Por isso não podemos nos acomodar e pensar que chegamos, sendo que o ponto de partida se renova a cada dia com os novos desafios do mercado”, diz Milan.

Sobre a Fibria

Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa de base florestal e 100% brasileira. Com fábricas localizadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Eunápolis (BA), onde está situada a Veracel em joint venture com a Stora Enso, a Fibria totaliza uma capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, além de uma área florestal de aproximadamente 968 mil hectares, sendo que 343 mil hectares são destinados à conservação ambiental, localizada em 6 estados brasileiros. Em sociedade com a Cenibra, detém e opera o único porto brasileiro especializado em celulose, o Portocel (ES). Visando o melhor aproveitamento do valor da floresta, a empresa ainda investe em pesquisas e inovação para desenvolver projetos de biocombustível e bioenergia. Ao todo, a Fibria mantém cerca de 17 mil trabalhadores, entre empregados próprios e terceiros, incluindo Portocel, e está presente em 242 municípios brasileiros.

 

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Fibria investe na formação contínua de profissionais

Geral

Resolução estabelecerá normas de estímulo ao parto normal

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As novas regras ampliam o acesso das gestantes à informação

O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicam nesta quarta-feira (7) uma resolução que estabelece normas para o estímulo ao parto normal e a consequente diminuição das cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. As operadoras terão 180 dias para se adaptar às mudanças.

As novas regras ampliam o acesso à informação, já que as consumidoras poderão solicitar aos planos os percentuais de cirurgias cesarianas e de partos normais por estabelecimento de saúde e por médico obstetra. As informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação. Em caso de descumprimento, será aplicada multa no valor de R$ 25 mil.

Outra norma prevê a obrigatoriedade das operadoras fornecerem o cartão da gestante, onde deve constar o registro de todo o pré-natal. Dessa forma, de posse do documento, qualquer profissional de saúde terá conhecimento de como se deu a gestação, facilitando o atendimento à mulher quando ela entrar em trabalho de parto.

O cartão deverá conter a carta de informação à gestante, com orientações para que a mulher tenha subsídios para tomar decisões e vivenciar com tranquilidade o parto.

Caberá às operadoras a orientação para que os obstetras utilizem o partograma, documento gráfico onde são feitos registros de tudo o que acontece durante o trabalho de parto. De acordo com as novas regras, o partograma passa a ser considerado parte integrante do processo para pagamento do procedimento.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o percentual de partos cesáreos no Brasil chega a 84% na saúde suplementar. Segundo a pasta, a cesariana, quando não há indicação médica, aumenta em 120 vezes o risco de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Ao todo, cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no país estão relacionados à prematuridade.

“É inaceitável a epidemia de cesarianas que vivemos hoje em nosso país. Não há outra condição se não tratá-la como um grave problema de saúde pública. Em 2013, [foram feitos] 440 mil partos cesáreos. Não só temos um problema, mas um problema que vem se agravando ano a ano”, avaliou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

 

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Resolução estabelecerá normas de estímulo ao parto normal

Política

Governistas indicam Zé Teixeira para disputar a presidência

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Deputado do DEM buscará o consenso de outros partidos políticos

Na disputa entre os deputados estaduais Onevan de Matos (PSDB) e Zé Teixeira (DEM), o democrata acabou levando a melhor com a indicação unânime dos aliados do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para concorrer pela vaga de presidente da Assembleia Legislativa. Agora, com a falta de apoio a Onevan, Teixeira segue com maior fôlego na corrida com o pré-candidato do PMDB, deputado estadual Júnior Mochi (PMDB), pelo maior cargo da Casa de Leis.

Nome de preferência do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), Zé Teixeira entra fortalecido na disputa pela presidência do Legislativo com 5 votos. No decorrer dos dias, ele deve ampliar o apoio de outros partidos que não terão mais influência do ex-governador André Puccinelli (PMDB), como o PTdoB, sem contar com o PR.

Mas Zé Teixeira deverá tentar evitar o confronto buscando o entendimento com todos os partidos representados na Assembleia Legislativa. Por isto, está disposto a fechar acordo com Mochi, que em tese teria votos dos partidos da aliança peemedebista e do PT.

Com consenso, Zé Teixeira construiria chapa contemplando todos os partidos na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. O PMDB, se Junior Mochi sair da disputa, poderia ficar com a primeira secretaria, o segundo cargo mais importante do Legislativo ou mesmo, se assim desejar, ocupar a primeira vice-presidência.

A reportagem, de Adilson Trindade e Jéssica Benitez, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

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Governistas indicam Zé Teixeira para disputar a presidência

Brasil

“Falha grave” provocou choque de trens em estação no Rio, diz secretário

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O novo secretário de Estado de Transportes do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório (PMDB), afirmou não ter dúvida de que uma “falha grave” provocou o choque de trens em uma estação na Baixada Fluminense, na noite de ontem (5), deixando quase 150 pessoas feridas, todas sem gravidade.

Em entrevista à “Globo News”, Osório disse que a causa do acidente ainda está sendo apurada pela agência reguladora de transportes do Rio, a Agetransp. Os trens do ramal Japeri, sentido Central do Brasil, voltaram a funcionar às 3h57 desta terça, após a retirada dos vagões que se chocaram na estação Presidente Juscelino, em Mesquita.

“Não há dúvida que houve uma falha grave que ocasionou este acidente. Uma composição parada foi abalroada por outra que vinha na mesma direção em movimento. Terminado agora, neste momento, o atendimento às vítimas, a nossa prioridade passa a ser apurar rigorosamente as causas do acidente, identificar os problemas e punir aqueles responsáveis por isso”, declarou o secretário.

Osório informou que o maquinista do trem que bateu na composição parada não sofreu nenhuma lesão grave e vai auxiliar as equipes a esclarecer o acidente. “Ele será uma peça-chave no processo”, afirmou.

Segundo informações da concessionária SuperVia, que opera o sistema, equipes continuam realizando vistoria no local do acidente e realizam levantamento de dados para definir as razões e as responsabilidades pelo acidente.

Ainda de acordo com a empresa, nesta terça será formada uma Comissão de Sindicância, com a participação da Agetransp, para apurar as causas do acidente, que serão divulgadas em 30 dias.

Em comunicado, a SuperVia informou ainda que continua acompanhando os feridos no acidente. Hospitais da região receberam 147 pessoas feridas no acidente, praticamente todas com ferimentos leves, informou a Secretaria de Saúde do Estado.

De acordo com a concessionária, um trem que seguia da Central do Brasil para Japeri bateu na traseira de outra composição, que se encontrava parada na estação.

O atendimento inicial às vítimas foi feito pelo Corpo de Bombeiros e o Grupamento de Polícia Ferroviária (GPFer). Todos os feridos foram encaminhados para hospitais da região.

O perfil do Twitter da Supervia informou que o mau tempo prejudicou o fornecimento de energia na linha do ramal e o sistema de sinalização foi afetado.

Segundo Hélcio Ramalho, passageiro do trem que estava em movimento, a composição já havia apresentando problemas. “O trem estava muito lento, parando muito”. O passageiro afirmou que a luz do trem apagou após o choque. “Houve um desespero danado, quem conseguiu se levantou”, disse em entrevista ao canal “Globo News”.

 

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Brasil

Denatran não pretende ampliar prazo para troca de extintores

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Motoristas que não tiverem extintor tipo ABC no carro serão multados

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informou hoje (5) que não há nenhuma possibilidade ou estudo em execução, até o momento, para suspender a fiscalização e a multa aos motoristas que não cumpriram a determinação de uso nos automóveis do extintor do tipo ABC.

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) tornou obrigatório o uso desse tipo de extintor, desde 1º de janeiro. A exigência provocou uma corrida às lojas, e muitos motoristas relataram dificuldades em encontrar o produto.

Em resposta à Agência Brasil, o Denatran considerou que a falta do extintor nas lojas deve-se ao excesso de procura, já que os motoristas deixaram para comprar na última hora. Segundo o órgão, a resolução entrou em vigor em 2009 e deu prazo de cinco anos para a adaptação. Para quem precisa adquirir o equipamento, o preço pode variar entre R$ 60 e R$ 100.

O extintor ABC apaga incêndio em materiais sólidos como pneus, estofamentos, tapetes e revestimentos. O equipamento substituiu o extintor BC, que apaga incêndio em materiais elétricos energizados, como bateria de carro e fiação elétrica, e também nos combustíveis líquidos – óleo, gasolina e álcool -, materiais também recomentados para o extintor do tipo ABC.

O equipamento deve ser usado em automóveis de passeio, utilitários, caminhonetes, caminhão, trator, micro-ônibus, ônibus e triciclo automotor de cabine fechada. Circular sem o equipamento é infração grave, com multa de R$ 127,69 e 5 pontos na carteira de habilitação. Desde 2005, os carros novos produzidos no Brasil saem de fábrica já com o extintor recomendado.

 

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Denatran não pretende ampliar prazo para troca de extintores

Economia

Corte de gastos pode garantir economia de R$ 1,8 mi ao mês

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Lançados ontem no Diário Oficial de Mato Grosso do Sul, os três decretos criados pelo governador Reinaldo Azambuja Silva, do PSDB, que impõem redução de 20% na totalidade dos gastos públicos,devem gerar economia de ao menos R$ 1,8 milhão por mês. As medidas incluem demissão de comissionados, suspensão de pagamentos de diárias, compras de passagens aéreas, celebração ou prorrogação de convênios que provoquem despesas para o Estado e ainda a suspensão nos chamados dos concursados, por ao menos 100 dias.

O pacote de contenção de despesas inclui o dono da fortuna de R$ 37.850.615,73, conforme declarou ao Tribunal Superior Eleitoral, patrimônio que o elegeu o governador mais rico do País. Azambuja preferiu receber salário mensal de R$ 13 mil em vez de R$ 26 mil, quantia a que teria direito. “O valor correspondente à redução de que trata este decreto [metade da remuneração] pertencerá ao Tesouro Estadual e será utilizado nas despesas correntes do estado”, diz trecho da medida publicada.

Ou seja, o governador resolveu doar parte de sua remuneração ao Estado até o último dia de seu mandato, em 31 de dezembro de 2018.  Até ontem, Azambuja não tinha em mãos dados sobre o balanço financeiro da gestão do ex-governador André Puccinelli, do PMDB. Nem ele nem seus assessores e secretários estaduais souberam dizer se o antecessor havia deixado dinheiro no caixa ou contas com somas exageradas.

“Precisamos equilibrar as contas, detalhar as despesas não pagas, os encargos, volume de recursos não foram repassados aos hospitais”, disse o governador, que estima em uma semana obter tais informações. O presumido R$ 1,8 milhão que o governo de Azambuja ambiciona economizar por mês é fruto de uma equação sustentada pela Lei Orçamentária Anual, publicada no Diário Oficial, em dezembro passado.

Pela estimava do ex-governo, o Estado pode arrecadar até janeiro deste ano em torno de R$ 13 bilhões, R$ 10 bilhões, dos quais devem ser gastos com despesas, salários dos servidores, entre elas.  Como o governo quer cortar 20% dos gastos, matematicamente pode-se garantir que a economia beira a casa dos R$ 2 bilhões, já que, sem a contenda, o gasto mensal estimado pela lei seria de R$ 911,7 milhões por mês.

Demissões

No decreto que dispõe sobre a redução de pessoal, pelo publicado, os secretários estaduais e chefes de autarquias e fundações têm exatos três meses para se adequarem ao que o governo novo chama de “estrutura básica e a funcionalidade de cada secretaria”.

O “adequar” representa, segundo o decreto, a redução de, “no mínimo, em 20% os custos com provimento de cargos em comissão”.

Extraoficialmente, segundo a cúpula do governo, os secretários devem indicar ao governador o nome de em torno de 500 comissionados que podem perder o emprego nos próximos três meses.

A economia desejada por Azambuja depende agora da eficiência do Comitê Integrado de Controle e Despesa, organização composta por três secretários, de Administração (Carlos Alberto de Assis); Fazenda (Márcio Monteiro) e Casa Civil (Sérgio de Paula).

 

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Corte de gastos pode garantir economia de R$ 1,8 mi ao mês

 

Brasil

Veja o que muda com o novo salário mínimo de R$ 788

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Salário mínimo sofreu reajuste de 8,8% e está em vigor desde o dia 1º.

Seguro-desemprego e contribuições ao INSS também são reajustadas.

O reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 724 para R$ 788 no primeiro dia do ano, também aumenta o valor de benefícios e serviços que usam o piso como referência. Veja onde o aumento de R$ 64 (ou 8,8%) reflete.

Seguro-desemprego:

O aumento do salário mínimo reajustou o valor do seguro-desemprego – cuja parcela mínima passa de R$ 724 para R$ 788. O benefício foi instituído em 1990 e é concedido ao trabalhador desempregado sem justa causa.

Abono salarial:

O benefício equivale a um salário mínimo vigente, ou seja, subiu de R$ 724 para 788. O abono é pago anualmente aos trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos. Atualmente o dinheiro é pago a quem tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias consecutivos ou não, no ano.

Contribuições ao INSS:

Para as empregadas domésticas que recebem salário mínimo, e que recolhem 8%, a contribuição passa de R$ 57,92 para R$ 63,04. A parte do patrão, que contribui com 12% do salário, sobe de R$ 86,88 para R$ 94,56. Se recolher as duas partes, pagará R$ 157,60.

No caso de quem aderiu ao plano de contribuição simplificada (para donas de casa e estudantes, por exemplo), o recolhimento ao INSS, que era de é de R$ 79,64 (11% sobre o mínimo), passa para R$ 86,68.

Seguro-defeso:

O seguro-defeso é um benefício de um salário mínimo pago para os pescadores que exercem atividade exclusiva e de forma artesanal. O valor é concedido nos períodos em que a pesca é proibida para permitir a reprodução da espécie. O benefício passa de R$ 724 para R$ 788.

Ações nos juizados:

O reajuste do mínimo ainda afeta o teto permitido para se ajuizar uma ação. No Juizado Especial Federal, por exemplo, pode entrar com ação, sem advogado, quem tem valor a receber de até 60 salários mínimos. De R$ 43.440, o limite passa a ser de R$ 47.280.

No Juizado Especial Cível, o valor das ações também é calculado com base no mínimo. Quem quiser entrar com ação que envolva até R$ 15.760 (ou 20 salários mínimos), sem advogado, está liberado. Em 2014, o teto era de R$ 14.480.

 

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