Conheça:

Muitos trabalhadores trêslagoenses estão vendo no MEI a oportunidade ter o seu negócio(Foto: Dilvulgação)

Devido à crise financeira, muitos trabalhadores brasileiros estão vendo no programa Microempreendedor Individual (MEI) uma forma de garantir uma renda. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), hoje no Brasil existem 14 milhões de desempregados. No entanto, Apesar do fato de que Três Lagoas estar na contra mão dessa realidade; - pois, foi considerada a cidade que mais empregou em 2016 no país; - algumas pessoas por perderem o emprego ou, por vontade de ter o seu negócio, estão optando por se transformarem em MEIs.

Segundo o Portal do Empreendedor, existem hoje no Brasil 6.988, 698, 100,4 mil MEIs. Já no estado de Mato Grosso do Sul e, 4.845 deste total, estão em atividade no município. O Serviço de Apoio às Micro de Pequenas Empresas (Sebrae), informou que a procura cresce a cada dia. Em 2016 foram realizados mais de 3.767 atendimentos a microempreendedores individuais, nos 11 municípios pertencentes na atuação ao Sebrae local.

"Em média na unidade Três Lagoas são atendidos cerca de 500 MEIs, para os serviços de impressão de boleto, baixa formalização, alteração, formalização, declaração anual e orientações presenciais, informou a gerente da unidade regional Josilmar Queiroz Blini Signori.

Para Signori, a instabilidade econômica pode contribuir paro ao aumento dos microempreendedores. "No entanto a cidade Três Lagoas destaca-se por sua economia crescente, fazendo com que muitos optem por abrir seus empreendimentos por vislumbrarem uma oportunidade de mercado ainda não atendida", explicou.

Um exemplo dessa demanda é o barbeiro, José Henrique Turibio de Abreu, 23. Ele se formalizou no mês passado, durante a semana do MEI que o Sebrae promoveu na cidade. "Apesar de sempre ter trabalhado com carteira profissional registrada, eu sempre tive vontade de ser dono do meu negócio, mas esperei um tempo, pois, eu ainda não tinha decidido em que área iria apostar", explicou.

A decisão foi tomada por praticamente influência da mãe. Cabeleira há 20 anos, José passou a infância no salão dela, onde, além de brincar, pode conhecer muito bem esse universo. "Porém duas décadas comecei a trabalhar como barbeiro, mais precuisamente, em março do ano passado, quando ainda fazia curso da profissão. Trabalhava o dia todo em uma concessionária e a noite e nos finais de semana atendia no salão com a minha mãe. Essa rotina foi até o final de setembro", relatou.

Em outubro de 2016 ele abriu a barbearia no endereço atual. Posteriormente veio a necessidade de se formalizar. "Sendo MEI, minhas despesas documentação necessária para ser empresa tem valor diferenciado, sai mais barato do que tirar pelo CPF como autônomo. Hoje, eu projeto uma nova fase na barbearia tanto na qualidade dos serviços prestados, quanto em investimento na estrutura do espaço", finalizou.

Cotação do Dólar

Quem está Aqui!

Temos 13 visitantes e Nenhum membro online