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Pesquisa aponta que agricultura pode ser um dos setores mais afetados

 

Á uniãoo Europeia é o maior mercado único do mundo e nos permite ter acesso a 500 milhões de consumidores", disse Abi Reader à BBC em junho do ano passado, tão logo soube do resultado do plebiscito que aprovou a saída do reino unido do bloco europeu.

Reader faz parte da terceira geração de uma família de produtores rurais do País de Gales. Ele nunca escondeu a preocupação com as possíveis consequências do Brexit, que venceu com 52% dos votos a consulta popular realizada em 23 de junho de 2016.

 

A votação dividiu o Reino Unido. Apesar da vitória da saída da UE, votaram pela permanência a Escócia (62%), a Irlanda do Norte (55,8%) e a região de Londres (59,9%). Todas as outras regiões da Inglaterra e o País de Gales apoiaram o "divórcio" com percentuais que variaram de 52,5% (País de Gales) a 59,3% (West Midlands).

"Temos 200 ovelhas e exportamos 40% da produção à União Europeia, como acontece com 75% de todos os produtos procedentes do País de Gales", salienta. "Qual vai ser a alternativa?", perguntava Reader ainda no ano passado, adiantando que sua região seria uma das mais afetadas pelo Brexit, assim como seu setor.

A previsão pessimista do agricultor é ratificada pelo centro de estudos Demos, entidade sem fins lucrativos do Reino Unido que prevê um impacto maior sobre os produtores britânicos de laticínios, álcool e tabaco diante da possibilidade de cobrança de tarifas sobre as exportações - hoje muitos produtos desfrutam de isenções quando negociados dentro do bloco.

 

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