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Quatro pessoas foram mortas pelo autor de atentado, que deixou 50 feridos

O homem apontado pela polícia de Londres como autor do ataque terrorista próximo ao Parlamento britânico foi identificado como o britânico Khalid Masood, de 52 anos.

Ele originalmente se chamava Adrian Russell Ajao e também já foi conhecido por outros nomes - um deles era Adrian Palms.

 

Massod nasceu no condado de Kent, no sul da Inglaterra, e até recentemente na região central do país. Mas ele morou em várias cidades na costa sul do país, como Crawley, Rye, e Eastbourne, e ainda em Luton (ano norte de Londres) e no leste de Londres.

Tinha três filhos e dizia ser "professor", mas a BBC confirmou que ele não trabalhou em escolas públicas da Inglaterra.

A BBC apurou que ele alugou o carro usado no ataque no início da semana, em uma loja na cidade de Birmingham. Uma hora depois de fechar o aluguel, ele teria ligado para a empresa para dizer que não precisava mais do carro.

Não está claro o que ocorreu depois - até ele cruzar a ponte de Westminster, na capital britânica, e jogar o automóvel sobre pedestres que estavam na calçada, matando pelo menos três das dezenas de pessoas que foram atropeladas.

"Masood não era alvo de nenhuma investigação em curso nem havia qualquer informação sobre sua intenção de realizar um ataque terrorista", disse a Scotland Yard.

"Mas ele era conhecido pela polícia e tinha uma série de condenações prévias por agressões, porte ilegal de arma e crimes contra a ordem pública."

A primeira ocorreu quando ele tinha 19 anos. A última, em dezembro de 2003. Ele nunca foi condenado por algo relacionado a terrorismo.

Vizinhos de sua casa em Birmingham, o descreveram para jornais britânicos como uma pessoa "calma" de uma "família reservada".

No Parlamento, a premiê Theresa May disse que ele havia sido investigado "há alguns anos" por estar ligado a "extremismo violento", mas que se tratava de uma "figura periférica".Os detalhes dessa investigação não foram divulgados, nem a que ou a quem estaria conectada, mas há especulações.Masood pode ter sido conhecido ou amigo de um suspeito que estava sendo monitorado, mas não demonstrou tendências extremistas. Também poderia ter relações próximas a potenciais extremistas.

Ou ainda poderia ter chamado atenção por defender ou demonstrar simpatia com ideologias ou ações extremistas, mas não fez nada que pudesse levar a uma acusação criminal. Na hipótese mais grave, teria sido preso em uma operação e liberado depois.

Sua última condenação ocorreu quando tinha 38 ou 39 anos, por estar portando uma faca, algo que poderia ter feito tanto para cometer um crime quanto para "autodefesa", como algumas pessoas apontam.

Teria ele se "endireitado", como alguns criminosos, quando formou uma família? Ou havia algo em sua personalidade que o levava a cometer atos violentos de forma reiterada?

E, por fim: o que o levou a realizar esse atentado?

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