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Fundador do WikiLeaks pede liberdade a Londres e Estocolmo David Silvers,Chancelaria do Equador/Divulgação

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, aproveitou nesta segunda-feira o primeiro aniversário de um relatório de uma comissão da ONU em seu favor para pedir que Londres e Estocolmo o deixem livre.

"Peço ao Reino Unido e à Suécia que façam a coisa certa e restaurem a minha liberdade", disse Assange em um comunicado, um ano depois que um grupo de trabalho da ONU sobre detenções arbitrárias considerar que seu refúgio na embaixada equatoriana em Londres equivalia a uma detenção arbitrária.Assange, de 45 anos, entrou em junho de 2012 na embaixada do Equador em Londres em busca de asilo político depois de esgotar todos os recursos para evitar ser extraditado para a Suécia por suspeita de crimes sexuais.

O australiano acredita que a Suécia pretende entregá-lo aos Estados Unidos, onde teme ser condenado por ter vazado, em 2010,  através do WikiLeaks, cerca de 500 mil documentos confidenciais sobre o Afeganistão e o Iraque e 250 mil comunicações diplomáticas.

Washington mantém desde 2010 a ameaça de processar Assange pelo vazamento, mas nunca anunciou publicamente se havia apresentado acusações contra ele.

Londres e Estocolmo rejeitaram o parecer do grupo da ONU.

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